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Oi Velox (antigo Velox), é um serviço de acesso a Internet em alta velocidade baseado na tecnologia ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line), transmitido via linha telefônica da operadora de telecomunicações Oi Fixo (antiga Telemar).
Atualmente as velocidades do Oi Velox são comercializadas a até 10 Mbps na cidade de Belo Horizonte e 8 Mbps no Rio de Janeiro, sendo mais comum os acessos de 1 Mbps.
O Oi oferece as modalidades residencial ou empresarial da Banda Larga Velox em ADSL, além de serviços para o mercado Corporativo que fazem uso desta mesma tecnologia.

 
 
 
 
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Josimar Silva

 

Descrição Profissional: Experiente profissional que atua como radialista

 

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Mensalão: esta é sem dúvida uma das palavras mais citadas pela imprensa nacional nos últimos meses, período em que foi superada apenas pelo termo CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). A palavra mensalão, usada pelo Ex-presidente do PTB, deputado Roberto Jefferson para se referir à vergonhosa prática de compra de deputados federais, para que votassem pela aprovação de projetos do governo, pode até ter surgido como uma novidade, mas episódios anteriores às denúncias feitas por Jefferson já mostravam que a prática não é uma exclusividade de membros do atual Governo Federal, a quem não cabe, portanto, o direito de patenteá-la.

No mês de junho, o Governador Ivo Cassol (PSDB) de Rondônia, divulgou, através da imprensa nacional, trechos de gravações de áudio e vídeo, de conversas em que o governador e deputados estaduais falavam de apoio ao governo do Estado em troca de R$ 50 mil por mês, valor igual ao que, segundo Roberto Jefferson, era pago pelo Governo Federal a deputados de sua base aliada. Na versão do governador Ivo Cassol (PSDB), que responde processo por supostas fraudes em licitações, a proposta teria partido dos deputados que, por sua vez, negavam as acusações.

Em outro episódio semelhante, foram divulgadas gravações que comprovavam a prática de extorsão por parte de vereadores, que pressionavam o prefeito de um município do interior do Rio de Janeiro, para que facilitasse uma série de fraudes em processos de licitação que, segundo denúncia do prefeito, teria entre os beneficiários um político do Norte do ES. Como podemos observar, o mensalão ou o pedido dele não é nenhuma novidade, esses casos foram denunciados, mas quantos prefeitos ou governadores não cederam a esse tipo de chantagem por saberem que precisariam da maioria dos deputados ou vereadores para aprovar projetos de seu interesse? Nestes casos, o mensalão provavelmente já existisse só que recebia outros nomes como caixinha e até mesmo ajuda de custo.

Mas não pensemos que a compra de votos acontece longe de nossos municípios, às vezes o mensalão é pago debaixo de nossos olhos. Você já observou que alguns vereadores dão apoio incondicional à administração, independente de quem seja o prefeito? Mesmo tendo sido ele oposição ferrenha em períodos anteriores, ou que tenha feito muitas críticas durante a campanha? Guardadas as exceções, os apoios não são tão incondicionais assim. Denúncias existentes na política nacional mostram que o apoio pode estar condicionado à contratação de parentes ou cabos eleitorais do vereador ou deputado, ou à execução de determinada obra cujo projeto seja de autoria do tal parlamentar que num futuro próximo poderá colher os louros, ou por que não dizermos, os votos daqueles que se beneficiam ou pensam ter sido beneficiados com tal obra. Uma outra condição para votar como quer o executivo é a caixinha, agora popularmente conhecida por mensalão que tem como fonte de recursos as fraudes licitatórias.

Parte desse mensalão vai ser usada durante a campanha para comprar o voto dos “espetinhos” que insistem em arriscar o futuro do Município e do país por uma cesta básica, um caminhão de areia e até mesmo por uma cachaça. Como podemos ver, em torno da política gira um grande jogo de interesses, e pedir ou aceitar mensalão é a coisa mais comum do mundo para quem foi eleito com voto comprado. Talvez o atual escândalo internacional, que pode trazer grandes prejuízos à economia do nosso país, sirva para alertar a todos que o político que um dia comprou o voto por uma cestinha básica vai vendê-lo no futuro por um mensalão que pode ser de R$ 50 mil por mês. Rentabilidade assim, nem na bolsa de valores.

 
 

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